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Rede negociava financiamento

Rede negociava financiamentoA Procuradoria-Geral da República (PGR) deteve cinco indivíduos que, em nome do Banco de Negócios Internacional (BNI), negociavam uma operação de financiamento internacional de elevado montante proposta por uma empresa tailandesa e destinada a projectos em Angola.
 
A informação chegou ao conhecimento do banco através das redes sociais e o BNI, cumprindo as boas práticas internacionais nos domínios da prevenção de branqueamento de capitais e do financiamento ao terrorismo (Complience de AML) remeteu a operação para as autoridades competentes. 
De acordo com uma fonte, que não avançou os montantes em causa, os indivíduos e os detalhes do negócio fracassado vão ser conhecidos em breve. O Banco Nacional de Angola (BNA)tem, nos últimos tempos, insistido na necessidade de os bancos conhecerem os seus clientes, numa altura em que ele próprio está a trabalhar para consolidar o processo de adequação do sistema financeiro e bancário nacional às normas e padrões das instituições financeiras internacionais e intensificar o controlo efectivo dos meios de pagamento, o restabelecimento das relações da banca nacional com os bancos correspondentes para efectivar a reestruturação e saneamento dos bancos com insuficiências estruturais de liquidez. Além disso, as autoridades reforçaram o papel da Unidade de Informação Financeira, pela sua importância na prevenção e combate ao branqueamento de capitais e eventual financiamento ao terrorismo.
A partir de 1 de Fevereiro, os bancos comerciais angolanos passaram a estar obrigados a adoptar “mecanismos rigorosos” de registo das operações cambiais para o exterior, especialmente de Pessoas Politicamente Expostas (PEP).
Segundo o instrutivo 2/18 do Banco Nacional de Angola (BNA), sobre os “procedimentos a observar na execução de operações cambiais”, é necessário “assegurar, no mercado cambial em geral, e mais especificamente na comercialização de divisas, um comportamento ético e profissional pelos bancos comerciais, o cumprimento da legislação e regulamentação aplicáveis à actividade bancária”.
A “utilização eficiente da moeda estrangeira disponível” e o cumprimento, entre outras, da Lei de Combate ao Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo, são objectivos deste instrutivo enviado pelo Banco Nacional de Angola aos quase 30 bancos comerciais angolanos que entrou em vigor a 1 de Fevereiro.
Entre outras orientações, o documento refere que os bancos “devem assegurar” que todos os seus colaboradores, incluindo a administração, “estejam cientes das acções disciplinares ou outras que possam resultar de comportamentos não éticos ou não profissionais e de transgressões inaceitáveis das suas políticas, bem como da legislação e regulamentação em vigor aplicável ao Mercado Cambial.
 
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao