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Concurso homenageia Maria Eugénia Neto

Concurso homenageia Maria Eugnia NetoA escritora Maria Eugénia Neto foi homenageada esta quinta-feira, em Luanda, pela produção do prémio literário dedicado às mulheres, designado “Um bouquet de rosas para ti”, justamente no dia em que completou 84 anos de vida.
 
O acto decorreu no Memorial Dr. António Agostinho Neto (MAAN), na cerimónia de lançamento da obra vencedora da primeira edição do referido prémio de poesia no feminino, intitulada “Março Entre Meridianos”, de Muhatu, pseudónimo literário da poetisa portuguesa Luísa Clara Cartaxo Fresta. Na ocasião foram também entregues diplomas de mérito às autoras das obras classificadas em segundo e terceiro lugares.
A homenagem à Maria Eugénia Neto consubstanciou-se na leitura do poema “Um bouquet de rosas para ti”, que Agostinho Neto escreveu enquanto esteve detido na cadeia da PIDE no Porto, em Portugal, no dia 8 de Março de 1955. O público foi chamado a apagar as velas em celebração de mais um aniversário de Maria Eugénia Neto, uma das grandes inspirações do Poeta Maior.
Apesar de haver ainda poucas mulheres a escrever, a aniversariante disse que o prémio é muito importante para elas, pois mostra que as mulheres não têm de se dedicar só aos trabalhos domésticos e aos cuidados dos filhos.
Maria Eugénia Neto entregou, depois, um diploma de mérito à autora do livro vencedor. Marquita 50, pseudónimo literário de Cíntia Eliane Gonçalves André, segunda classificada pela obra “Rumorosas sílabas, simetrias de mulher”, e  Kanguimbo Ananás, que ficou em terceiro lugar com “Seios e ventres”, receberam os diplomas de mérito das mãos da ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.
Visivelmente alegre, Luísa Fresta agradeceu pela honra que lhe foi concedida e pela confiança dada ao seu trabalho. Disse esperar que os leitores se reconheçam  nas páginas do seu livro, algo que a consumar-se, para ela, há-de constituir uma dupla premiação.
“É uma grande emoção estar aqui com todos vós, sobretudo para a família e amigos, que contribuíram em muito para que me fosse possível participar neste certame e estar aqui neste exacto momento, assim como estou com a minha gente e essa alegria não tem tradução possível”, frisou. Luísa Fresta revelou que o prémio permitiu-lhe tomar consciência de que faz sentido uma escrita no feminino, e que ser mulher é ter a capacidade de estudar e ter o coração virado para o mundo. 
“Escrever é um passo, sentir e transpor o que testemunhamos e sonhamos com o olhar ténue que não julga, nem condena, antes interpela, questiona, mas também embala e acolhe”, disse a escritora, para depois explicar que o livro “Março entre meridianos” é um híbrido de artes visuais e poesia. Em resumo, “são três ramos aos quais chamei caderno, que nasceram de maneiras diferentes, em épocas distintas”.
O prémio “Um bouquet de rosas para ti”, que só vai na sua primeira edição, segundo explicação da esposa do primeiro presidente da República de Angola, “deve incentivar outras mulheres a escrever no papel tudo aquilo que sentem, como a beleza, o amor, a natureza e o ódio, para que amanhã possa dar origem a uma obra”.
Para a ministra da Cultura, o prémio é uma homenagem a Maria Eugénia Neto, “uma grande mulher que está marcada na história passada e recente de Angola, principalmente na literatura nacional”.
De acordo com Carolina Cerqueira, a trajectória de vida de Maria Eugénia Neto, assim como o seu exemplo de patriota e de mulher entregue a causas solidárias, faz de si um espelho para as gerações vindouras.
 
Regulamento
 “Um bouquet de rosas para ti”, poema do poeta Agostinho Neto dedicado à sua esposa, escrito em 8 de Março de 1955, celebra, também, a mulher angolana, e, concomitantemente, o 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.
Segundo o texto do regulamento, o Prémio de Poesia no Feminino “Um bouquet de rosas para ti” tem como objectivo incentivar a produção de obras originais de escritoras angolanas e estrangeiras e estimular a criatividade feminina.
O concurso destina-se a galardoar três obras inéditas de poesia, exclusivamente escritas por mulheres que não tenham sido premiadas noutro concurso. Podem candidatar-se ao prémio todas as mulheres do mundo,  independentemente da sua nacionalidade, desde que apresentem as suas propostas textuais em língua portuguesa.
O regulamento diz ainda que as autoras das três obras vencedoras são premiadas com valores monetários, sendo que a primeira classificada, além de receber um milhão de kwanzas, também tem o seu livro editado e publicado. A segunda classificada recebe quinhentos mil kwanzas e a terceira duzentos e cinquenta mil kwanzas. A edição da obra premiada está a cargo do Memorial Dr. Agostinho Neto. 
A autora da obra premiada recebe todos os anos uma informação sobre as vendas, quando atingirem os 500 exemplares.
 
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao

Reconciliação à Vista no Quénia

Reconciliacao  Vista no QuniaDe modo surpreendente, os dois homens fortes do Quénia, o Presidente Uhuru Kenyatta e o líder da oposição, Raila Osdinga, apareceram juntos na televisão para anunciar ao país que vão dar início a um processo de reconciliação destinado a unir toda a Nação para aquilo que verdadeiramente interessa: caminhar, unidos, rumo ao desenvolvimento. 
 
Em desenvolvimento...
 
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao

Dande sobrevive sem energia e água potável

Dande sobrevive sem energia e gua potvelO município do Dande no Bengo vive grandes dificuldades por falta de energia eléctrica. A reduzida capacidade da barragem das Mabubas, que abastece a província, cuja produção é apenas de 25 megawatts não satisfaz as necessidades locais.
 
A governadora provincial do Bengo, Mara Quiosa, que revelou o facto após uma curta visita ao município, disse que a barragem das Mabubas , devido à exígua capacidade de produção, fornece energia apenas às localidades de Caxito, Zona da Açucareira, Musseque Capari, Porto Quipiri e Panguila . “ A ideia é de continuar a realizar-se o levantamento das dificuldades que assolam as populações para, paulatinamente, resolvermos os problemas,” frisou.
Quanto às dificuldades relacionadas com a falta de energia eléctrica, a governante assegurou que o seu elenco vai trabalhar para que todos os municípios da província tenham energia  fornecida da barragem das Mabubas . 
“Este é um dos grandes desafios do governo da província para os próximos tempos,” admitiu.
Durante a visita ao Dande, a governadora constatou que grande parte da população local não beneficia de água potável, porque o centro de captação das Mabubas, a fonte de abastecimento, possui apenas uma capacidade de 474 metros cúbicos por horas, o que é insuficiente para atender as necessidades da localidade. “Temos de continuar a trabalhar com o objectivo de melhorar todos estes constrangimentos  que assolam as populações do Dande”,  sublinhou  Mara Quiosa.
 
Educação
 
 
O sector da Educação do município,  segundo Mara Quiosa, é assolado pela falta de professores. Em face disso, a número um da província prometeu ultrapassar este obstáculo, com a realização, em breve, de um concurso público para admissão de mais docentes.  “É importante dizer que já estamos acautelar com as administrações comunais para que os próximos professores tenham, essencialmente, perfil pedagógico aceitável”,adiantou.
Disse ainda a respeito que, os candidatos ao concurso público devem fundamental ser residentes na província, no sentido de se evitar migração de quadros locais para outras áreas do país.
 
Requalificação de Caxito
 
 
À margem da sua visita ao Dande, a governadora tomou conhecimento do andamento dos trabalhos de requalificação de Caxito, que está sob alçada da Direcção Nacional de Infra-estruturas Públicas (DNIP).O Director do Gabinete das Obras Públicas e Energia e Água local, Edgar Hilário, explicou a governante que as obras de requalificação de Caxito, abrangem arranjos na estrada circular Porto-Quipiri-Mabubas, numa extensão de aproximadamente 21 mil e 750 quilómetros.As obras de requalificação, orçadas em cerca de 68 mil dólares, tiveram início em Maio do ano passado, e  nesta altura estão com uma execução de 15 por cento. “ No que toca às estradas vamos equipá-las com iluminação ao longo da sua extensão,” afirma Edgar Hilário.
De realçar que o município do Dande é o mais populoso do Bengo, com 222 mil e 528 habitantes, o que representa cerca de  62% da população da província.
 
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao

Este pendrive vai se vaporizar em 10s

Este pendrive vai se vaporizar em 10sEletrônica transitória
 
Engenheiros da Universidade Cornell, nos EUA, demonstraram um novo método para vaporizar aparelhos eletrônicos remotamente, dando aos dispositivos a capacidade de desaparecer no ar - juntamente com seus valiosos dados - se caírem nas mãos erradas.
 
Essa capacidade de autodestruição é o cerne de uma tecnologia emergente conhecida como eletrônica transitória, ou transiente, na qual porções-chave de um circuito - ou todo o circuito - podem se desintegrar ou dissolver discretamente, sem explosões.
 
E como a vaporização não emite nenhum subproduto prejudicial, os engenheiros preveem aplicações biomédicas e ambientais, além da proteção de dados.
 
Chips que se autodestroem
 
Existem várias técnicas para desencadear a vaporização de um circuito eletrônico, cada uma com seus próprios inconvenientes. Alguns eletrônicos transitórios usam condutores solúveis que se dissolvem em contato com a água, obviamente exigindo a presença de umidade. Outros se desintegram quando atingem uma temperatura específica, exigindo que um elemento de aquecimento e uma fonte de energia estejam disponíveis.
 
Ved Gund e Amit Lal criaram uma arquitetura transitória que elimina essas desvantagens. Eles usaram um microchip de dióxido de silício dentro de um invólucro de policarbonato. O chip tem em seu interior cavidades microscópicas preenchidas com rubídio e bifluoreto de sódio, produtos químicos que podem reagir termicamente e decompor o microchip.
 
A reação térmica pode ser desencadeada remotamente usando ondas de rádio para abrir as válvulas de grafeno que mantêm os produtos químicos selados nas cavidades.
 
"O rubídio encapsulado então se oxida vigorosamente, liberando calor para vaporizar o invólucro de policarbonato e decompor o bifluoreto de sódio. Este último libera ácido fluorídrico de forma controlável, para derreter os componentes eletrônicos," disse Gund.
 
Sensores que se desintegram
 
A tecnologia também poderá ser integrada em nós de redes de sensores sem fio para uso em monitoramento ambiental. "Por exemplo, os sensores vaporizáveis podem ser usados em uma plataforma de internet das coisas para monitorar culturas ou coletar dados sobre nutrientes e umidade, e depois desaparecer quando tiverem completado essas tarefas," disse Gund.
 
A dupla já registrou uma patente para a tecnologia e agora pretende aprimorar a arquitetura com vistas a fazê-la chegar ao mercado.
 
Fonte: http://inovacaotecnologica.com.br

Reino Unido acusado de fazer propaganda

Reino Unido acusado de fazer propagandaO ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, qualificou ontem “pura propaganda” as alegações sobre o envolvimento das autoridades do seu país no envenenamento de um ex-agente duplo russo e da sua filha no Reino Unido.
 
“Os nossos parceiros ocidentais acusam-nos de tudo o que corre mal neste planeta”, declarou Lavrov, durante uma visita oficial a Addis Abeba, no quadro do périplo pelo continente africano.
“É pura propaganda e visa fazer aumentar a tensão”, adiantou. Serguei Skripal, 66 anos, e a filha Yulia, 33, foram encontrados inconscientes no domingo, em Salisbury, no sul de Inglaterra, vítimas de um ataque com um agente que afecta o sistema nervoso, segundo a Polícia antiterrorista britânica. O chefe da diplomacia britânica, Boris Johnson, apontou o dedo à Rússia, vendo no envenenamento de Skripal um eco do de Alexandre Litvinenko, antigo agente dos serviços secretos russos que morreu envenenado em Londres em 2006, por acção de Moscovo, de acordo com a justiça britânica. Lavrov disse que Moscovo poderia ajudar a investigar o caso “Skripal”.
 
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao

Huambo regista aumento de violência contra homens

Huambo regista aumento de violncia contra homensUm total de 60 casos de violência contra os homens foram registados no mês passado na província do Huambo, informou  ontem  à imprensa local  a directora provincial da Acção Social, Família e Promoção da Mulher.
 
Frutuosa Cassinda esclareceu que todos os casos que deram entrada no sector que dirige, durante o referido período,  foram resolvidos por via de reconciliação entre os casais, com a mediação de funcionários do Centro de Aconselhamento Familiar.
“Às famílias devem primar pelo diálogo de modo a  evitarem conflitos no lar. Portanto, é  necessário que os casais tenham espírito de compreensão, amor e humildade  para que construam um lar sem revoltas”, disse Frutuosa Cassinda.
Frutuosa Cassinda explicou que  em 2016 houve 201 casos,  e no ano seguinte 147, dos quais se destacam cinco agressões físicas, cinco sobre disputa de bens patrimoniais, 13 ofensas psicológicas e 37 de abandono familiar.
Para o jurista Arlindo  Sawandi, questões culturais, a fraca informação, o baixo nível de instrução, associados aos tabus, têm sido os principais factores que concorrem para o aumento de casos de violência nos lares. Arlindo António defende maior divulgação nas comunidades dos instrumentos que regulam a convivência entre os cidadãos. 
“Muitos casos de violência doméstica que ocorrem no seio familiar, como agressão física, falta de prestação de alimentos, entre outros, acabam sempre por desestruturar as famílias”, disse o jurista,  acrescentando que, “as vítimas  de violência devem denunciar os casos para que os agressores sejam responsabilizados pelos seus actos”.
“Temos estado a registar na nossa  província a presença de muitos homens na Direcção da Promoção da Mulhera apresentarem queixa, devido ao mau comportamento de muitas mulheres que deixam de alimentar os filhos, alegando ser apenas tarefa do esposo”. 
As mulheres devem ter consciência de que as tarefas no lar têm de ser repartidas”, concluiu.
 
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao

Matadouro dispõe de elevada oferta

Matadouro dispe de elevada ofertaPelo menos 20 toneladas de carne bovina foram produzidas nos últimos 15 dias pelo matadouro de Camabatela, localizado no município de Ambaca, Cuanza-Norte,  disse  quinta-feira à imprensa, o gerente da companhia, Orlando Rodrigues.
 
Essa quantidade de carne corresponde ao abate de cem cabeças. Parte desse gado foi comprado a criadores locais, de Cambambe e Lucala, sendo outra proveniente do município do Waku-Kungo, Cuanza-Sul, onde a empresa também administra um matadouro e possui uma fazenda agropecuária.
O responsável afirmou, no final da visita que a vice-governadora do Cuanza-Norte para o Sector Político, Social e Económico, Leonor e Cruz, efectuou ao empreendimento com o propósito de inteirar-se do seu funcionamento, que parte da carne produzida foi comercializada no mercado local e outra vendida a algumas superfícies comerciais de Luanda. Presentemente, o empreendimento é assegurado por 28 funcionários, mas são necessários mais de 200 para a operação do matadouro, inaugurado em Agosto de 2017 em resultado de um financiamento do governo Espanhol avaliado em 13,44 mil dólares, possuindo uma capacidade de abate de 200 bovinos e 300 caprinos, bem como a produção de sete mil toneladas de gorduras por dia.
O projecto foi concebido para responder às necessidades de abate e processamento de carne e de derivados de origem bovina e caprina do Planalto de Camabatela, que abarca os municípios de Ambaca e de Samba Cajú, no Cuanza-Norte, os de Cacuso e Calandula (Malanje), assim como os de Puri, Uíge, Bungo, Alto Cuale, Cangola e Damba, no Uíge, totalizando cerca de 200 fazendas pecuárias registadas.
O matadouro de Camabatela está actualmente sob a gestão do Grupo Valagro, uma empresa de direito português, do sector de carnes, que gere um outro matadouro na área do Quicuxi, em Luanda. 
 
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao

Ministro da Defesa na capital do Gabão

Ministro da Defesa na capital do GaboO ministro da Defesa Nacional, Salviano Sequeira, participa desde ontem, em Libreville, capital do Gabão, na reunião de ministros do Conselho de Paz e Segurança da África Central.
 
A reunião, que encerra hoje, foi antecedida da sessão da comissão de defesa e segurança da África Central, que contou ainda com a participação dos chefes de Estado-Maior das Forças Armadas, refere o Ministério da Defesa Nacional em comunicado. A delegação angolana é integrada pelo secretário de Estado do Ministério das Relações Exteriores, Tete António, e pelo director para África, Médio Oriente e Organizações Regionais,  Joaquim do Espírito Santo, e por oficiais-generais e altos funcionários do Ministério da Defesa Nacional.
A Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) é uma organização criada em Libreville, Gabão, em Dezembro de 1981. Entretanto, a CEEAC apenas se tornou operacional em 1985. Os seus objectivos são promover a cooperação e o desenvolvimento auto-sustentável, com particular ênfase na estabilidade económica e melhoria da qualidade de vida da população. 
Os onze países membros da CEEAC são Angola, Burundi, Camarões, República Centro-Africana, Chade, Congo, Guiné Equatorial, Gabão, São Tomé e Príncipe, República Democrática do Congo. A presidência rotativa da CEEAC é detida actualmente pelo Chefe de Estado gabonês, Ali Bongo Odimba.
O Presidente do Gabão esteve no mês passado, em Luanda, para tratar com o  homólogo angolano questões relativas à integração regional. Em breves declarações à imprensa, no termo da visita de trabalho de algumas horas a Angola, Ali Bongo disse que, na qualidade de Presidente da CEEAC, tinha a obrigação de manter consultas com os seus pares. “Neste âmbito, desloquei-me a Luanda para abordar com o Presidente João Lourenço questões atinentes à nossa região”, disse, na ocasião, Ali Bongo.
 
Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao